O review foi feito comparando 2 blocks de grande semelhança
em suas construções, o WCBR rev.2 e o TC-4 rev.2
EQUIPAMENTOS
Computador:
Motherboard : Gigabite G8NNXP Full Moded Convertida
para G8NNXP-940;
Processador : AMD A64 3200+ @ 2200mhz 1,8v idle \
1,9v carga (vcore extremamente elevado para gerar mais
de 200w de carga);
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Refrigeração:
Bomba: Mag Drive 500 ( 500gph ) 11' shoot off head;
Radiador : "prototipo" F2 Extreme Slim Dual
Fan ( Duas fans Global Win 130 cfm - 120mm x 120mm x
38mm );
Container : Acrilico com capacidade de 800ml de fluido
( fluido total do sistema 1,3 litros );
Fluido : Agua tri-destilada com 10% de monoetilenoglicol;
Blocks : 02 WCBR rev2 \ 01 TC4 rev2;
Blocks acentados com AS5 e com + de 70 horas de cura.
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Equipamentos de teste:
Termômetro : FLUKE 51 II Professional thermometer
com thermocouple de prova por imersão type K
com margem de erro de 0,03%;
Flowmeter & pump: 3 flowmeters Masterflow de alta
precizão modelo b 250-3 ( range 0 a 15 gpm "
margem de erro de 3% ) para averiguar e comparar o pressure
drop vs mh2o;
Bomba velocite T3 titanium 800gph 28" shoot off
head ( testes de pressure drop feito posteriormente
);
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METODOLOGIA
A metodologia dos testes é simples,
consiste em observar o repasse de calor ao fluido feito por
cada block (quanto maior o repasse de calor ao fluido , maior
será a temperatura do fluido no lado quente do sistema,
conseqüentemente, mais eficiente estará sendo o
block em remover calor da processador ( quanto maior a temperatura
do fluido no lado quente, menor a temperatura do processador
) , como mostra o diagrama abaixo, esta temperatura e medida
pelo Fluke com um sensor de imersão dentro do reservatório
no lado quente do sistema.
Outro parâmetro que iremos observar é logicamente
a temperatura do processador, em “Idle “ repouso
até a estabilização e em “Full Burn”
Plena carga até estabilização , o Prime95
foi configurado manualmente para exercer o maior esforço
do processador possível , o vcore foi drasticamente aumentado
de 1,5 \ 1,6 para 1,8 \ 1,9 para prover mais de 200w "teóricos"
de carga.

OS
TESTES
Temperatura inicial do fluido e temperatura ambiente dos testes
com o WCBR rev.2:

Temperatura inicial do fluido e temperatura
ambiente dos testes com o TC-4 rev.2

Temperatura de estabilização do fluido em idle
e temperatura em idle do processador, ai mostramos também
a configuração usada no Prime95 além do
vcore real aplicado em idle medido diretamente no mosfet (block
WCBR rev.2)
Resumo:
Vcore aplicado: 1,8v idle
Temperatura do fluido em idle: 28,2°C
Temperatura do processador em idle: 28,0°C

Temperatura de estabilização do fluido em idle
e temperatura em idle do processador, ai mostramos também
a configuração usada no Prime95 além do
vcore real aplicado em idle medido diretamente no mosfet (block
TC-4)
Resumo:
Vcore aplicado: 1,8v idle
Temperatura do fluido em idle: 27,5°C
Temperatura do processador em idle: 29,0°C

Aqui notamos a primeira diferença em
performance, o block WCBR rev.2 repassou 28,2°C
contra somente 27,5°C do TC-4 rev.2, como mais calor
foi transferido para a parte quente do fluido pelo block
WCBR rev.2 sua temperatura em idle no processador foi
1°C menor, 29°C do TC-4 contra 28°C do WCBR
rev.2.
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Temperatura de estabilização
do fluido em full burn e temperatura em full burn do processador,
ai mostramos também o número de interações
do Prime95 para atingir a temperatura máxima, além
do vcore real aplicado em full burn medido diretamente no mosfet
(Block WCBR rev.2)
Resumo:
Vcore aplicado: 1,9v Full Burn
Temperatura do fluido em idle: 30,5°C
Temperatura do processador em idle: 38,0°C
Delta ( diferença de idle para full burn ):
10°C

Temperatura de estabilização
do fluido em full burn e temperatura em full burn do processador,
ai mostramos também o número de interações
do Prime95 para atingir a temperatura máxima, além
do vcore real aplicado em full burn medido diretamente no mosfet
(Block TC-4)
Resumo:
Vcore aplicado: 1,9v Full Burn
Temperatura do fluido em idle: 28,6°C
Temperatura do processador em idle: 40,0°C
Delta ( diferença de idle para full burn ):
11°C

Aqui notamos
a segunda diferença em performance, o block WCBR
rev.2 repassou 30,5°C contra somente 28,6°C do
TC-4 rev.2, como mais calor foi transferido para a parte
quente do fluido pelo block WCBR rev.2 sua temperatura
em Full Burn no processador foi 2°C menor, 38°C
do WCBR contra 40°C do TC-4. |
RESUMO
Temperaturas do fluido:
Idle (TC-4 rev.2) = 27,5°C
Idle (WCBR rev.2) = 28,2°C
Superioridade do WCBR = + 0,7°C de repasse de calor para
o fluido
Temperaturas do fluido:
Full Burn (TC-4 rev.2) = 28,6°C
Full Burn (WCBR rev.2) = 30,5°C
Superioridade do WCBR rev.2 = + 1,9°C de repasse de calor
para o fluido
Temperaturas do processador em idle:
(TC-4 rev.2) = 29,0°C
(WCBR rev.2) = 28,0°C
Superioridade do WCBR rev.2 = - 1°C de na temperatura em
idle do Processador
Temperaturas do processador em Full Burn:
(TC-4 rev.2) = 40,0°C
(WCBR rev.2) = 38,0°C
Superioridade do WCBR rev.2 = - 2°C de na temperatura em
Full Burn do Processador

CONCLUSÕES
Resultados excelentes de ganho em cima do TC-4 rev.2, ainda
mais levando-se em conta que estou usando um sistema midle level,
um radiador protótipo antigo do F2 Extreme Slim e uma
Mag drive 500, o que esta longe de compor um sistema de alta
performance, mas se encaixa perfeitamente num sistema de baixo-médio
custo e com capacidade de segurar tranquilamente um A64 3200+
a 2530mhz 297mhz fsb 1\1 a 1,85v.
Para quem queria um block capaz de ser altamente eficiente
com sistemas de baixo custo, accessível a bolsos mais
modestos e ainda passar a frente do Cascade e LRWW com sistemas
de média performance, sua hora chegou, este é
o waterblock a ser usado.
FOTOS
Algumas fotos do WCBR rev.2 e do TC-4 rev.2 em uso no A64.
WCBR rev.2



TC-4 rev.2:

Ambos:


[]'s
Frederico Barros